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Qui, 01 de Abril de 2010 12:00

O MEDO ATRAPALHA NOSSA VIDA!

Helio P. Leite

01.04.2010

Quando somos crianças, vivemos com medo de não sermos aceitos, acolhidos, amados. Passamos boa parte do nosso tempo tentando obter aprovação, o que para nós é sinônimo de amor. Muitas crianças se frustram quando os resultados desse empenho não se realizam. Crescem, tornando-se adultos que fazem qualquer coisa para manter um relacionamento, seja ele qual for - de amizade, de conjugalidade, de sociedade. O MEDO DE NÃO SER AMADO é um dos nossos primeiros fantasmas! Vem acompanhado do ciúme, da repreensão e do jogo! O ciúme é a pura desconfiança, A repreensão é a agressividade gratuita e o jogo é a trapaça com fins de obter o amor comprado.

Logo em seguida, temos o MEDO DA CRÍTICA. Este medo inibe a criatividade e a espontaneidade. Caminha junto com o constrangimento, o desequilíbrio, a fraqueza de personalidade, o complexo de inferioridade, a extravagância, a falta de iniciativa e a falta de ambição.

Com o passar do tempo, ficamos diante do MEDO DA POBREZA que pode chegar através da indiferença que é a aceitação pacífica da escassez, da indecisão que é o famoso "em cima do muro", da dúvida, da ansiedade, do excesso de precaução e do hábito de deixar tudo para depois.

O MEDO DA DOENÇA estabelece uma constante conexão com assuntos afins. A pessoa não pára de falar nisso. Acaba, por auto-sugestão, atraindo o que tem medo. Usa a lei da causa e efeito contra ela. Torna-se hipocondríaca muitas vezes passando a não se exercitar. Fica suscetível e torna-se vítima para conquistar simpatias, e em situações extremas, parte para o uso de álcool, drogas etc. a fim de aplacar a dor.
Com a idade mais avançada, temos o MEDO DA VELHICE que pode se manifestar por duas formas. Há os que começam a justificar que não têm mais idade para tais coisas ou aqueles que começam a driblar esse medo tentando manter-se em forma e com aparência muito mais jovem, realizando cirurgias plásticas em demasia. Nada contra, mas as duas formas quando extremadas é que começam a fazer um efeito indesejado. Nada como o caminho do meio.

E por fim, o MEDO DA MORTE. Para quem não se preocupou em aprender mais sobre a vida espiritual, esse momento se torna um verdadeiro pesadelo. Para aqueles que só ficaram se envolvendo com as coisas materiais e não quiseram saber, encarar esse momento é por demais doloroso. Muitos ficam por aqui mesmo depois que desencarnam, por desconhecerem qualquer outra realidade. Há os fanáticos religiosos que acham que serão julgados e punidos pelos seus atos e tentam adiar esse tribunal o máximo que podem. Há os que embora saibam do que verdadeiramente os espera, sentem uma certa tristeza por deixarem coisas ainda por fazer.

Todos esses medos são básicos e naturais na vida de todo o ser humano. O importante é compreender a existência deles e saber lidar quando aparecem num determinado momento.

Ter fé e confiança que tudo o que fizermos por aqui pelo planeta, invariavelmente retornará a nós num momento e lugar por nós escolhido. Que temos que viver as experiências não como pagamento disso ou daquilo, mas como forma de reinterpretarmos as nossas ações passadas, sem julgamento e sem medos!

 

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