O TEMPLO EGÍPCIO Imprimir E-mail
Ter, 25 de Maio de 2010 09:26

O TEMPLO EGÍPCIO

O egípcio neolítico construía cada templo como sendo a imagem deste primeiro templo místico, concebido nos primeiros momentos da criação

Helio P. Leite

25.05.2010

O templo é o lugar onde o homem se reconhece como tal. Aquele que não compreende a metafísica do templo, desconhecendo seus próprios limites, debate-se no redemoinho de suas paixões e delas fica cativo. Andando no restrito espaço de sua individualidade, perde o foco da vida e de sua vontade. É no templo que avaliará seu espaço, tanto físico quanto espiritual. É o templo que lhe conferirá sua verdadeira estatura, nesta e noutra vida.

Para adentrarmos ao templo, ou seja à morada divina, Merikare, faraó da 13ª dinastia, ensina que:

“No serviço mensal vista sandálias brancas.

Visite o templo, observe os seus mistérios. Entre no templo, coma pão na casa de Deus.”

Para sermos dignos do templo temos que calçar as sandálias brancas da pureza, ou seja, temos que nos recolher e nos purificar. Por isso o templo é vedado ao profano, pois, pela falta de conhecimento, ele macula o agrado. Os segredos do templo não podem ser revelados por são inerentes à intimidade dos deuses. É pelo templo que somos lembrados, a cada instante, como se deu, como se perpetua e como estamos inseridos na Divina Criação. Somente purificados e recolhidos poderemos, então, comer o pão na casa de Deus.

Para entendermos a concepção do templo maçônico, muito ajudará se soubermos como e por que era construído um templo egípcio. Sua arquitetura, além de representar a construção como forma de arte, é também filosofia. Nele, o pensamento egípcio pode ser lido como um livro. Cada elemento seu é, concomitantemente, simbólico e funcional, para que possa realizar sua principal função: proteger os deuses, os quais mantêm o equilíbrio das forças naturais e preservam a ordem cósmica universal. E estas maravilhas foram tão profundamente pensadas e tão magistralmente elaboradas, que poucas vezes na história da Arquitetura, forma e função derivaram numa simbiose tão perfeita.

ORIGENS

É nas aldeias neolíticas, muito antes da organização do Estado, que tem origem a religião egípcia. Para o egípcio neolítico, o caos anterior á Criação, era apresentado por um abismo cheio de água, o Noum (designação grega), um oceano cósmico formado por todas as energias criativas. Essa primeira concepção tem suas raízes nas cheias do Nilo. Quando esta água escorreu ou se evaporou, apareceu, então, o primeiro montículo de terra, chamado de colina primordial. É nessa colina que apareceu, em luz, pela primeira vez, o deus criador. Aquele deus se instalou num caniço plantado pelos semideuses e santificou o local. É o formato desta colina que vai inspirar, mais tarde, o das pirâmides. O egípcio neolítico construía cada templo como sendo a imagem deste primeiro templo místico, concebido nos primeiros momentos da Criação. No neolítico, uma arrasadora seca delimitou enormemente as áreas indispensáveis para as atividades agrárias e pastoris. O Egito é um oásis de, aproximadamente, 15 quilômetros de largura, porém com um comprimento de 2 mil quilômetros, num ladeado de montanhas e por dois dos maiores desertos do mundo: o do Saara e o da Núbia. O solo era considerado sagrado e uma herança dos deuses. Sua arte e arquitetura, essencialmente religiosas, traduziam a reverência e o temor por esses deuses. A luta pela subsistência, dentro da natureza contraditória, fez com que sua religião derivasse em rituais que lhes propiciariam receber as dádivas do Sol, da Lua e do Nilo, ou seja, dos elementos que lhes garantiam a vida. A arte e a arquitetura egípcias são a tradução simbólica da crença na qual a morte não é uma ruptura, mas sim, o meio pelo qual se alcançará outra forma ou dimensão de vida. Essa arte e essa arquitetura, típicas de uma civilização agrária, trouxeram da pré-história os arquétipos animais e vegetais: leões, touros, gazelas, girafas, lótus, papiros etc., os quais eram sempre empregados simbolicamente. As magias animal e vegetal faziam parte integrante do próprio templo egípcio. Com o gradual crescimento material e espiritual do povo, nasceu uma segunda concepção, a qual determinava que o templo deveria se a morada dos seus deuses. Lentamente aprimorou-se a idéia de que o templo deveria representar o universo real imaginado por eles. O teto passou a ser uma representação do céu, enquanto o solo representava a terra. Seu interior era todo decorado com os símbolos da divindade e nele era erguida uma tenda de caniços que “protegia” a imagem divina. Começava a se configurar, através dessa geografia conceitual e desta cosmografia sagrada, o futuro templo. Essa concepção codificava-o como “uma miniatura ou uma maquete do mundo real”. Praticamente nada restou daquelas frágeis construções pré-históricas. Em matéria de arquitetura muito pouco sobreviveu também no Antigo e Médio Impérios. O que resta, relativamente bem preservado, da arquitetura egípcia, são as construções do Novo Império. Talvez o melhor exemplo para se entender essa arquitetura e sua função cosmográfica é o Templo de Amon-Rá, em Carnac. Analisando-o, chegaremos à conclusão de que os maiores sábios de sua época foram os arquitetos.

A sacralização estava presente desde o momento da escolha e preparação do terreno “conceptivo” até a escolha dos materiais, pois era um meio á “natureza metafísica” recriada por esses materiais “sacralizados” que deveria ser gerada a nova “semente”. Estando, finalmente, o templo pronto, era consagrado ao tempo cósmico, ou seja, chegava o momento da sua “animação”, este era o momento de “entregar a casa ao seu Mestre”. Tudo no templo era mágico, quer seja pela prática dos rituais, quer seja pela própria significação de sua escultura e sua arquitetura. As imagens esculpidas e pintadas nas paredes adquiriam vida quando certas palavras rituais eram pronunciadas. Em todos os templos do Egito, na mesma hora matinal, na cerimônia mais importante do dia, o Faraó descia das paredes e tomava o corpo do sacerdote encarregado de agir em seu lugar.

Para o egípcio toda forma de vida era um Templo desta mesma vida, no qual estava instalada a Presença Divina. Era-lhe impossível dissociar o homem, realizado espiritualmente, da sua obra perfeita, o Templo, o céu trazido para a Terra. “O Templo é o homem no mesmo sentido que o homem é o Templo da obra natural, assim como o Templo, como obra humana, não ser senão a própria imagem do homem”. Então, o deus que habita o templo é o mesmo deus que habita o homem e o homem egípcio é o homem “renascido” através de sua própria Arquitetura.

O Templo de Amenófis III “esquematizava” a própria figura do Faraó (a tradução de faraó é “casa grande” – nas civilizações orientais é comum que altas personagens sejam designadas pelo nome das edificações em que habitam). A entrada do Templo correspondia aos joelhos. O peristilo representava a região do sexo, da concepção. O hipostilo, a região abdominal. O santuário era representado pelo haty, a região torácica, onde estão os pulmões e o coração. Nesse local ficava também o santo dos santos. Por último o salão que representava a cabeça, ou seja, o cérebro, o pensamento.

Os arquitetos egípcios criaram uma tradição, a qual, desde as primeiras dinastias, impôs os cânones que determinaram a forma e o uso dos templos, ou seja, determinaram seu simbolismo e sua funcionalidade. E o principal desses cânones foi a geometria, cuja base era concordante com a revolução dos astros. A planta e os eixos do templo eram determinados a partir da posição da Ursa Maior e de Órion, a estrela do sul. Assim aqueles arquitetos dotaram o templo de uma arquitetura ao mesmo tempo geométrica e astronômica, racional e metafísica. Suas esculturas colossais, seus obeliscos, suas colunas e pilares, seu teto e seu piso transmitiam um profundo sentido religioso e cósmico, sentido este assimilado pelos fiéis por meio de uma intensa e maravilhosa forma de Arte. E a arte egípcia caracterizou-se pela essência; tanto na arquitetura quanto na escultura e na pintura, todo o periférico era deixado de lado. Só o essencial era digno de ser representado, razão pela qual a forma, na sua arquitetura, é a síntese da síntese e as pirâmides são seu melhor exemplo: quatro linhas diagonais que se encontram num ponto do espaço. No entanto, são tantas as interpretações dessas construções que milhares de livros já foram escritos para explicá-las.

O MURO DE CONTORNO

O templo era erguido no interior de um imenso muro que delimitava o espaço sagrado, o temenos (como é designado em grego), e protegia a construção e suas riquezas dos seus inimigos, fossem eles físicos ou espirituais. Porém, a função principal desse muro era a de ocultar aos profanos os rituais iniciáticos ali realizados. Ele era erigido com tijolos fixados horizontalmente. No Templo de Amon-Rá, em Carnac, esses tijolos horizontais foram colocados formando grandes ondulações, certamente para lembraras ondas do oceano das origens, o Noum, que circundava a pequena colina primordial sagrada e que He conferia um profundo sentido religioso. Nota-se aí a preocupação dos arquitetos em unir os preceitos religiosos com a forma dos templos.

O PILONE

O pilone ou porta monumental é a parte principal do muro de contorno e, juntamente com os obeliscos, o ponto mais alto de toda a construção.

O conjunto que formava o pilone era constituído por um enorme portão de madeira (caríssima na época, já que era adquirida fora do Egito), ladeado por duas maciças construções com a forma de pirâmides truncadas, bem mais altas do que o próprio portão. Estas duas peças representavam as montanhas ocidental e oriental que margeiam o Egito, ou seja, à leste a cordilheira arábica e á oeste a cordilheira líbia. No vale central, do sul para o norte, corre o Rio Nilo em direção ao mar.

Estas estruturas sustentavam mastros tão altos quanto os obeliscos. Presas a esses mastros tremulavam auriflamas, que representavam a presença divina através dos seus movimentos pelo vento, ou seja, o sopro divino. O simbolismo arquitetônico se servia dessas dimensões verticais e horizontais do templo, inserindo-o numa proporção tal que estaria permanente e magicamente protegido das forças obscuras, representativas do caos primordial. Essas dimensões verticais e horizontais eram tão proporcionais quanto aquelas que, na Idade Média, os arquitetos chamaram de “Proporção Musical” e no século 16 chamaram de “Divina Proporção”.

A frente desse conjunto monumental havia uma longa avenida, ladeada por duas fileiras de esfinges. Estas representavam o faraó, inúmeras vezes multiplicado, guardando o templo, exigindo dos que por ali passassem a mais irrestrita sinceridade. O faraó, assim interpretado, lembrava também o duplo leão Aker, guardião dos dois horizontes, das duas montanhas que balizavam o leste e o oeste. Nessa arquitetura eram esses leões que também permitiam aos iniciados a passagem para o mundo paralelo, onde renasceriam regenerados. Andando-se na direção do templo, depois das esfinges, erguiam-se os obeliscos e as divinas estátuas gigantescas.

O obelisco era uma referência á colina primordial e símbolo da própria vida. Por isso, também identificado com o Sol. Sua ponta (pyramidion) era toda revestida de ouro para que assim, a cada manhã, já ao primeiro raio solar, começar a acumular energia, equilibrando, assim, as do próprio templo. O ouro era o metal mais importante, pois, sendo incorruptível, simbolizava a pele ou a carne do deus-sol criador e estava presente em todos os símbolos solares, principalmente nos obeliscos.

Ao redor do templo, espalhava-se um imprescindível jardim. Nele, árvores e plantas raras eram regadas, simbolicamente, com a água celeste. Os sacerdotes serviam-se dessas naturezas física e transcendental dessas plantas para fabricarem remédios e perfumes. No meio do jardim, o lago sagrado representava o Oceano primordial, o Noum. O templo nesse contexto podia ser vivenciado como o paraíso terrestre.

Cada templo egípcio erguia-se sobre um plano axial, no qual uma série de pátios e salas (peristilos e hipostilos) formavam o caminho natural que conduzia ao santuário, situado no fundo da construção. O templo era palco de várias funções; era o local da morada divina, local de oferendas, de preces, purificações e, certamente, o local que propiciava as imprescindíveis jornadas interiores. Para cada uma dessas funções necessitava-se de um local pré-determinado e para isso os arquitetos criavam espaços funcionais que correspondiam ás necessidades rituais e de circulação.

O templo devia ter uma iluminação específica para que conduzisse o fiel numa viagem progressiva, da luz mais intensa até a escuridão total. Todas as salas axiais no percurso até o santuário iam ficando, paulatinamente, mais baixas e mais estreitas. Concomitantemente o piso do edifício subia cada vez mis na direção do santuário. Este é comparado á montanha do horizonte, ou seja, o local, simbolicamente, mais alto do templo.

Em seguida aos pátios peristilos acha-e o salão hipostilo. Esse local é, certamente, o mais importante em termos de simbologia cósmica. Essa sala representava o charco primordial de onde nascia e se projetava em direção ao céu toda vegetação, da qual as colunas palmiformes, lotiformes ou papiriformes eram a representação mais significativa, eram com a própria vegetação brotada do solo e consignavam vida ao próprio templo.

O templo de Amon-Rá, em Carnac é, seguramente, a maior edificação desse tipo no Egito. Com mais de 300 metros de comprimento, foi construído quase inteiramente de arenito, revestido de estuque branco. Sua ante-sala, posterior ao primeiro pilone, tem segundo Rodman Clayson, 8.361 m2 de construção. Depois do seu pátio e protegido pelo segundo pilone, está o hipostilo, que é uma das maravilhas da arquitetura egípicia. Seu teto gigantesco é sustentado por 134 enormes colunas. As colunas da nave central têm 22,70 metros do chão até as traves do telhado; cada pedra desta coluna pesa sete toneladas. No interior do templo existem 24.282 metros quadrados de esculturas feitas em relevo nas suas paredes de pedra. Arrematando as paredes brancas. , cornijas intensamente coloridas criavam o destaque no ambiente. Esses números e essas soluções dão uma idéia bem precisa da grandiosidade, da beleza e do apuro técnico empregados nessas construções.

Na maioria dos templos, as paredes eram divididas por uma linha imaginária central que separava as cenas simbólicas do mundo terrestre e físico das do mundo celeste e divino; em sua abóbada, era pintada a exuberante decoração estelar, a qual até hoje decora os templos maçônicos.

Pintadas no teto do corredor central, aves de rapina faziam sombra ao faraó que por ali passasse. Nesse mesmo teto, discos alados marcam o trajeto do sol.

Dos lados direito e esquerdo do salão hipostilo eram construídas câmaras usadas como sacristias, nas quais eram guardados os objetos de culto. Elas também serviam de pequenos santuários dos deuses, cujos objetos de reverência eram ali guardados. Como esses deuses governavam as regiões de onde provinham os materiais sagrados, essas câmaras materializavam todas as regiões do Universo egípcio; não nos esqueçamos que o granito, o basalto, a pedra calcária, e principalmente o ouro, da região da Núbia, eram considerados sagrados.

O SANTUÁRIO

Este localizava-se numa capela-repositório, onde se encontrava o Santo dos Santos. Por ordem de entrada, num vestíbulo, sobre um pedestal, estava “ancorada” a barca que propiciaria a viagem para o “outro mundo”. Quanto mais perto do pólo do templo, mais o espaço se estreitava, mais o solo se erguia e o teto se abaixava. O santuário era uma sala de pequenas proporções, o naos (designação grega), onde reinava soberana a estátua da divindade. Tinha frequentemente um teto piramidal, símbolo da colina da criação. Sua localização, no recinto mais recôndito do templo, passava a idéia de que, ali, a divindade estaria completamente protegida, podendo assim, tranquilamente, cumprir sua função de “reger” o mundo, ao mesmo tempo em que transmitia aos fiéis uma sensação de temor reverencial. Somente o grande sacerdote, representante do rei, tinha acesso ao santo dos santos e somente ele deveria, diariamente, alimentar e cuidar do deus.

O santuário de um templo egípcio, com suas capelas, corredores e câmaras, era a parte mais secreta do templo; em suas paredes de pedra, eternamente esculpidos, os textos esotéricos mais importantes permaneciam separados do “templo aberto”, ou seja, do peristilo. O peristilo (galeriade colunas em volta de um pátio ou edifício) era o local a céu aberto, no qual toda a instrução iniciática, exterior, ou seja, a instrução exotérica, a instrução “aberta”, era transmitida aos iniciandos, assim como o nártex era o único espaço, nas catedrais, reservado aos catecúmenos. Muita documentação comprova que a instrução interior, ou seja, esotérica, a instrução “fechada”, era transmitida no hipostilo, ou seja, num recinto coberto, áqueles que já haviam passado pela iniciação. Os maçons, por tradição, cobrem o templo, retirando do seu interior aqueles que não estão prontos para presenciar certos assuntos e “descobrem” o templo quando, não havendo mais necessidade do “segredo”, voltam a ocupar seu lugar em loja. O acesso, cada vez mais difícil, ao interior cada mais profundo do templo, era concedido a uma elite, a qual, através de iniciações, ia alcançando, paulatinamente, o Conhecimento. Tanto que ao Santo dos Santos só o Grande Sacerdote tinha acesso.

Portanto, a cosmografia egípcia refletiu-se na arquitetura criando três cânones,os quais são válidos até hoje:

. O templo deve, didaticamente transmitir o conceito de mundo. Sendo uma redução dele, seus elementos devem ser uma representação ou cenografia dos elementos naturais.

. Deve, concomitantemente, representar o próprio homem.

. Deve traduzir estes conceitos para sua linguagem arquitetônica.

O templo egípcio pode ser entendido como a soma de duas simbologias básicas. A montanha solar e suas dependências (o mundo material) e a abóbada celeste (o mundo espiritual), compreendida entre o horizonte e o zênite, onde a divindade, comparada ao Sol, deixava o santuário, ao amanhecer, se elevava, percorrendo a abóbada celeste, e terminava seu curso no pilone, ao anoitecer. A partir daí, mergulhava no escuro para realizar o caminho de volta.

Um detalhe fundamental para se entender a grandiosidade do templo egípcio deve ser levado em conta. Os cânones arquitetônicos e religiosos eram “eternos”, não se alternavam nunca. Por essa razão, cada novo Faraó nunca demolia um templo mais antigo; ao contrario, acrescentava novas dependências a um templo já existente. E a arquitetura, que se pretendia eterna e transcendente, utilizava, então, o material mais resistente e duradouro: a pedra, rica e religiosamente trabalhada. A soma de todos esses cânones fez a Arquitetura e a Arte egípcias resultassem nas mais belas, perfeitas e coerentes de toda a Civilização.

O trinômio Faraó, Arquiteto e Mestre de Obras (figuras que guardam uma analogia com Salomão, Hiram e Hiram Abif) construía para o povo egípcio um lugar santo: o templo, o qual, mantendo o povo unido, lhe presenteava a eternidade, ou seja, santificava o seu tempo. E essa concepção foi tão perfeita e tão forte que influenciou toda a arquitetura sacra subseqüente, e que permanece viva até os dias atuais. E toda essa influência é claramente percebida no templo maçônico

Irmão Leofran Ferreira da Silva

Última atualização em Ter, 25 de Maio de 2010 10:43
 

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