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A CADEIA DE UNIÃO Imprimir E-mail
Qui, 12 de Agosto de 2010 21:26

A CADEIA DE UNIÃO

Helio P. Leite

12.08.2010

A origem desta atividade de ALGUNS RITOS MAÇÔNICOS está diretamente ligado à diretriz do pesquisador. Vou tentar ser mais claro: se um autor acredita que a Cadeia de União é herança de nossos Irmãos Operativos, ele vai encontrar situações que justificariam sua tese, por outro lado, se outro autor escrever que foram os Maçons pós criação da G.L.U.I. que instituíram a Cadeia de União também poderá estar certo. Já li muitas coisas fantasiosas e até hoje não encontrei uma “garantia de origem”, mas inúmeras vezes vivenciei sua poderosa realidade. Oxalá algum dia saibamos quando, onde e quem nos legou este instrumento de estreitamento dos laços fraternais. É neste ponto que gostaria de intercambiar com os Irmãos. Sem proselitismo ou conotação religiosa eu duvido que haja algum Maçom que desconheça que os homens não são apenas uma estrutura orgânica, sentimos que somos mais que um “corpo” e que há algo que mantém esta estrutura fisiológica em funcionamento. O corpo é formado por sistemas, que são conjuntos de órgãos, elaborados por diferentes tecidos, formados por variadas células, constituídas por organelas e em última escala chegamos aos átomos, que indiferente onde se encontram, mantêm suas características químicas. O Carbono que encontramos no carvão é o mesmo que encontramos no diamante e o que os difere são as “ligações”, suas “pontes”, seus “elos de união” ou seja a Cadeia Molecular. Assim como o corpo humano tudo mais está interligado a um princípio vital que pode estar em harmonia ou não, que pode agir ou reagir no ambiente ou nos elementos de um determinado grupo. TALVEZ seja o Magnetismo Animal preconizado pelo médico alemão Franz Anton Mesmer, mas temos os que interpretam segundo Mateus Capítulo 18, versículo 20. TALVEZ a fonte do poder seja interna ou TALVEZ seja externa, mas o resultado é explicitamente implícito. Quem ainda não vivenciou ao menos conhece relatos fidedignos de poder e principalmente de Respeito. Sendo assim peço atenção aos Irmãos quando do pedido de uma Cad.'. Un.'.. Sendo ela necessária para a passagem das palavras Semestral e de Convivência, temos um simples ato administrativo do Venerável Mestre para com os Obreiros com o único propósito de zelo pela Sublime Ordem. Porém quando se faz necessário a UNIÃO dos IRMÃOS em um propósito maior, algumas medidas devem ser observadas: 1º) Ser avisado com antecedência de sua formação. Que seja na Ordem do Dia, nunca de surpresa no final da reunião. O motivo é que as vezes temos Irmãos que já estão contando os minutos para ir embora e ao serem informados da formação da Cad.'. Un.'., produzem pensamentos pouco recomendados para quem quer vibrar em harmonia. Lógico com exceção ao Rito Schroeder, pois tal atividade faz parte da ritualística em todas as sessões. 2º) Cabe ao Venerável Mestre observar se o ambiente está harmônico e os Irmãos realmente comprometidos com o propósito da Cadeia. Usando uma linguagem bem simbólica, peço aos Irmãos que visualizem uma corrente de Elos grossos e fortes, com a força adequada, certamente com ela poderíamos puxar qualquer coisa que estivesse em um abismo. Agora imaginem esta mesma corrente com um Elo frágil e que durante a subida poderia se romper; o resultado seria desastroso, pois além de permanecer no fundo, ainda teríamos os problemas causados pela queda. 3º) Foco e objetividade, a Cadeia é formada com um propósito, não se mistura objetivos (saúde, carro roubado, concurso publico), 4º) SUGERIDA sua formação na Ordem do Dia e sendo aprovada, os Irmãos vão se harmonizando e quando chegar ao final da Sessão, estarão todos na mesma freqüência. 5º) Passar as palavras é importante, fazer pedidos é necessário, mas fazer a Cadeia de União para agradecer é essencial. Porque nessa hora olhamos os nossos pés e recordamos as instruções do Pavimento de Mosaico com sua Orla DENTEADA e a posição dos braços e das mãos sustentando e sendo o elo de ligação entre dois Obreiros, fazendo-nos realmente IRMÃOS.

De acordo com o PROMAÇOM cujo programa visa à integração das Lojas Maçônicas, segue em anexo, o quadro com as atividades das Lojas que se reúnem na avenida Brasil 478 e, de algumas situadas fora do Palácio Maçônico.

Sérgio Quirino Guimarães

 

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